Não é justo eu estar a pagar uma factura de erros que não cometi. E estar a trabalhar duro para os pagar. Agora que o meu trabalho está a acabar, surge a necessidade de andar à procura de outro. Mas será que há outro que pague tão bem? O importante mesmo é pagarem, mas eu de facto gostava muito de receber o mesmo que estou a receber agora, a trabalhar o que estou agora. Anyway, são vidas.
Isto e viver num país maluco, em que acham que o vinho merece menos imposto do que a agua. Bem, é bem.
sexta-feira, outubro 14, 2011
segunda-feira, outubro 10, 2011
E quê pessoal?
Tenho vontade de escrever mas nem sei o que. Aquela sensação de necessidade de me expressar, ao mesmo tempo as palavras não saem. E quando saem, sentir que ninguém as ouve.
Isso e tratarem-me como se eu fosse uma criancinha irracional.
Odeio que não me respondam, ou que me respondam demasiado depressa. É sinal que não me ouvem. É mais por aí. Odeio não ser ouvida quando, de facto, tenho algo a dizer.
Detesto que exijam de mim e que não me forneçam os motivos da exigência. Quem é tu para exigir se não dás nada em troca? Exiges com base em quê? E porque é que eu me sinto mal quando faço ver o meu ponto de vista?
Odeio que jogos de chantagem emocional. Aliás, qualquer tipo de chantagem.
Sinto-me verdadeiramente indignada hoje. Quando não me tratam como a pessoa que sou, fico mesmo incomodada. E hoje aconteceu nitidamente isso. E como não estava a agradar, distorceram as minhas palavras. E escondem-se atrás duma suposta doença. Não suporto injustiças, principalmente quando as tenho que engolir em seco. E quando a minha voz não é ouvida.
ODEIO não ser ouvida, já disse isto?
sexta-feira, outubro 07, 2011
Desaparecida
Voltei, voltei. Voltei de lá! Ainda ontem estava em França e agora já estou cá! *diarreia cerebral*
Ando desanimada, a pender para o triste, sempre com vontade de estar na cama escondida do mundo. O cansaço está a apoderar-se de mim, e geralmente vence. Sempre. E logo este ano que não pode vencer. NÃO PODE.
A imposição de mudança de vida é cada vez maior, mas ainda maior são as barreiras que impedem essa mesma mudança. E nada parece alterar-se, e cada vez é mais negro o cenário, e cada vez mais altos os montes que escondem o meu objectivo.
Mas vamos lá deixar-nos de paneleirices e vamos animar, sim?? *não* tabém! Tou farto de t'obire!
domingo, setembro 18, 2011
:)
E cá estou eu, de folga! Apesar de não ter o mínimo jeito para vendas estou a adorar o ambiente e o pessoal! Nunca me senti tão bem tratada como neste sitio! É bom sentir-me assim!
E a tortura voltou à carga. Os primeiros dois meses quase não vou às aulas. E vou me matar a estudar e trabalhar. E tem de ser se não quero ficar lá mais um ano. E vou conseguir!!!!
P.S.: Estou apaixonada (LOL)
E a tortura voltou à carga. Os primeiros dois meses quase não vou às aulas. E vou me matar a estudar e trabalhar. E tem de ser se não quero ficar lá mais um ano. E vou conseguir!!!!
P.S.: Estou apaixonada (LOL)
quinta-feira, setembro 01, 2011
Nervoso miudinho
Estou que nem posso. Tenho um friozinho na barriga, um nervoso miudinho daqueles que me dava antes de começar um ano lectivo novo. Desta feita é por causa do meu novo emprego. Ela diz para eu não me enervar que aquilo se faz bem, e eu espero que sim, que ela tenha razão.
Mas para começar vou ter que ir às compras xS não gosto, tenho de ir comprar umas calças pretas de corte clássico. Isso irrita-me. Apesar de gostar desse tipo de calças não me sinto bem para ir às compras. Não gosto de ir às compras neste tamanho! Fico revoltada comigo mesma. Mas ok, a obrigação chama!
Mas para começar vou ter que ir às compras xS não gosto, tenho de ir comprar umas calças pretas de corte clássico. Isso irrita-me. Apesar de gostar desse tipo de calças não me sinto bem para ir às compras. Não gosto de ir às compras neste tamanho! Fico revoltada comigo mesma. Mas ok, a obrigação chama!
quarta-feira, agosto 24, 2011
Ah, que vontade de chorar...
E quando, finalmente, as coisas parecem tomar o rumo que eu tanto ansiava, eu encontro-me numa tristeza profunda. É medo do desconhecido, penso, misturado com a ansiedade de ver o que está por vir, complementado ainda com os pensamentos de que, se calhar, nada vai mudar.
E as palavras de conforto que não chegam. Mas ninguém tem culpa disso, porque ninguém sabe o que dizer numa altura destas (por altura, entenda-se toda uma vida).
Sinto-me triste, com um aperto no coração. Nervosa. Triste. Muito triste.
E as palavras de conforto que não chegam. Mas ninguém tem culpa disso, porque ninguém sabe o que dizer numa altura destas (por altura, entenda-se toda uma vida).
Sinto-me triste, com um aperto no coração. Nervosa. Triste. Muito triste.
terça-feira, agosto 23, 2011
Uma lade na mesa...
...uma louca na cama! E, na maior safadeza, você diz que me ama.
Muito obrigada, estou cá sempre!
Muito obrigada, estou cá sempre!
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